Ao sul do futuro | Leila Danziger

Duas séries organizam o espaço expositivo. A primeira, intitulada Bildung, é idealizada como uma biblioteca em expansão. Trata-se de uma remontagem e um desdobramento da instalação produzida para a mostra “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” (Museu de Arte do Rio, 2014), e pensada como obra em processo. No segundo núcleo serão apresentadas páginas e capas de agendas, a maior parte delas em branco, de 1940 à primeira década do século XXI. A mostra propõe um diálogo com obras do acervo do Museu Lasar Segall que remetem a questão da emigração, da transmissão, da palavra, da língua ídiche e do tornar-se (sempre problematicamente) brasileiro.

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Horizontes internos

Exposição fotográfica, apresentará a produção de três artistas, Marcia Gadioli e Rosa Esteves e Vera Albuquerque, cujos olhares se debruçam sobre o urbano. Por meio das obras exibidas, a exposição pretende debater sobre a memória e a emergência criativa do passado e a construção de um futuro próximo, tema de reconhecido interesse cultural, tratado em diferentes esferas do saber, como arte, história, psicanalise e filosofia.

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